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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Resenha | Base concentrada da Lush




Apesar do carro-chefe da Lush ser os produtos para banho e corpo (amo tudo!), as maquiagens da Lush também são muito legais, tem design único e quase todas elas são veganas, incluindo as bases, os batons, as sombras, os delineadores e até o rímel. A base Jackie Oats é o único item de maquiagem que contém ingredientes de origem animal (mel e lanolina), o que eu acho desnecessário, sem contar que a lanolina é considerado um ingrediente comedogênico!

Já faz um tempo que eu estava curiosa para testar as bases da Lush devido às várias resenhas positivas em blogs gringos e da Nicole do blog Makeoverday e recebi essas bases nas cores Light Pink e Dark Yellow. As bases estão disponíveis em cinco cores: Jackie Oats (peles claríssimas), Ligh Pink (peles claras com subtons rosados), Light Yellow (peles claras com subtons amarelados), Dark Pink e Dark Yellow (peles escuras com subtons rosados e amarelados).



De acordo com o site, ela é uma base multifuncional e, pelas minhas experiências, eu achei que ela pode ser usada para:
  • Misturar entre as cores para chegar a um tom idêntico ao da pele
  • Misturar com outras bases para corrigir subtons e acertar a cor
  • Misturar para diluir bases pesadas 
  • Misturar com hidratante para uma cobertura mais leve

É uma base em creme super fácil de espalhar com dedos ou pincel. Segundo a descrição, ela contém infusão de pétalas de rosas, que reduz a vermelhidão, óleo nutritivo de farelo de arroz (rico em vitamina E) e dióxido de titânio que ajuda a proteger a pele do sol.

Eu senti que ela não é uma base com acabamento opaco, na verdade, é uma base muito hidratante e deixa a pele com acabamento mais natural, um pouco lustroso. Ela dá um brilho saudável e eu achei necessário selar com um pó na zona T. Ela contém óleos vegetais na composição, ou seja, não é oil free! Quem tem pele seca ou normal, provavelmente vai gostar bastante pela sensação de pele viçosa e hidratada. Quem tem pele mista ou oleosa, vai sentir que a pele está oleosa. Eu tenho a pele oleosa, mas como eu já sou acostumada a usar óleos no rosto, não estranhei. Mas também não dispenso o uso de um pó translúcido. Quem gosta de base opaca, acredito que não irá se adaptar com essa base.

A cobertura é de leve a média, sendo que para mim, uma camada apenas não foi o suficiente e precisei de 2 camadas para uniformizar a pele e cobrir vermelhidão e imperfeições. As duas camadas não deixam efeito de máscara na pele e não cobrem totalmente espinhas (não dispensam um corretivo).

A duração na minha pele foi de umas 6 horas sem retocar o pó, mas acredito que em peles mais secas, dure mais tempo.

Não senti que ela obstrui os poros e não me deu espinhas ao longo dos dias.

Eu sugiro que, se você puder, teste no rosto antes de comprar na loja ou peça uma amostrinha, porque as cores nos potinhos são bem diferentes. E elas desenvolvem cores diferentes no rosto. Por exemplo, a cor Dark Yellow é um amarelo escuro que parece muito mais claro no frasco, enquanto é mais escuro na pele. A Light Pink, apesar do nome, não é tão rosada assim.


Light Pink | Dark Yellow | Light Pink + Dark Yellow

Usei 2 camadas da Light Pink misturada com um um pouco da Dark Yellow para adequar à cor do pescoço e ombro. À direita, algumas horas depois usando a base e um pó finalizador.




A base custa R$57,30 (20 g) no site da Lush ou nas lojas físicas.

As bases foram enviadas pela assessoria da Lush. As minhas opiniões sobre os produtos são 100% honestas.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

O Mito do Colágeno


Há uma lenda de que a ingestão de colágeno via cápsulas ou através da gelatina faça bem para pele, unhas e cabelo. Vejo constantemente algumas fulanas falando que o colágeno é um de seus segredos de beleza. Se pesquisarmos um pouquinho veremos que isso não passa de uma falsa propaganda para enganar desavisados.

Para começar, o colágeno é uma das proteínas que constituem cabelos, unhas, pele, ossos etc. O organismo é capaz de sintetizá-lo através de aminoácidos ingeridos pelos alimentos.

Vamos pensar um pouquinho. Animais que possuem pêlos e cascos fortes como cavalos, elefantes e vacas não comem gelatina. De onde eles retiram o colágeno?

O colágeno é uma proteína composta basicamente por 3 aminoácidos: lisina, prolina e glicina. Ao ingerir proteínas, o organismo as quebra em aminoácidos. Cada aminoácido se agrupa formando diversas proteínas que serão destinadas às várias partes do corpo como tecidos, cartilagem, cabelo, unha etc.

Não adianta comer gelatina ou tomar cápsulas de colágeno, já que o processo de digestão irá quebrar a proteína colágeno em aminoácidos. Independente se comermos carne, leite, soja ou gelatina, todos serão quebrados em aminoácidos. E não temos o poder de escolher para onde as proteínas formadas por esses aminoácidos irão parar. O nosso organismo forma vários tipos de colágeno que poderão formar diversas estruturas. É provável que o colágeno ingerido será quebrado em aminoácidos que formarão cartilagem ao invés de uma pele esticadinha ou unhas mais fortes.



A melhor maneira de ter pele, cabelo e unhas fortes é consumindo alimentos ricos proteínas e vitamina C. As melhores fontes vegetais são: cereais (milho, trigo, aveia, arroz, quinua etc) e leguminosas (lentilha, feijões, soja, grão de bico, ervilha etc).

Além do mais, a gelatina e o colágeno comercial são derivados de ossos e cartilagem bovina. E a gente não quer dar nosso dinheiro suado para enriquecer pecuaristas exploradores de partes de animais. Cada vez que financiamos um subproduto animal, tornamos a morte e a exploração dos animais mais lucrativa. Lembrem-se: animais não são produtos!

Uma alternativa para quem gosta de gelatina é o ágar-ágar, que é uma alga marinha que possui a mesma textura que a gelatina. Pode ser encontrada em lojas de produtos naturais e lojas de produtos japoneses.


quarta-feira, 10 de julho de 2013

Maravilhas do Óleo de Jojoba na Pele


Quando se tem pele oleosa ou mista é fácil pensar que no inverno a pele está seca, enquanto na verdade está desidratada. Ainda mais quando se usa os mesmos produtos matificantes usados no verão. A maquiagem fica horrível no rosto depois de usar tantos produtos que retiram a oleosidade natural da pele. Aparecem áreas craqueladas, repuxadas e ressecadas enquanto o nariz e testa estão reluzentes de óleo, além dos cravinhos e espinhas quem vem de brinde.

A boa notícia é que há pouco tempo descobri que o óleo puro de jojoba possui características similares ao óleo produzido naturalmente pela pele, além de ser um anti-inflamatório e antibacteriano natural, ou seja, evita a proliferação de bactérias que causam acne. Na verdade o óleo de jojoba é o óleo mais próximo ao produzido pela pele.

O que eu sempre perguntava era que se eu tacar mais óleo na pele, seria um estrago, os meus poros iriam obstruir e meu rosto encheria de cravos e espinhas. Mas o que as marcas de cosméticos anti acne não te contam é que nada disso irá acontecer! Diferente de óleos como o de coco ou de rosa mosqueta, por exemplo, o óleo de jojoba é indicado para peles oleosas e/ou acneicas. Ele age imitando o óleo produzido pelo organismo e impede que a pele produza mais óleo, fazendo o balanço ideal. Incrível, né?

Eu coloco uma gotinha na mão e massageio no rosto inteiro. Depois aplico maquiagem mineral por cima. A base em pó desliza maravilhosamente bem, aumenta a cobertura e ainda me dá um "glow" super natural. Em dias mais ensolarados passo um pó na zona T e o mais surpreendente é que a pele não fica super oleosa durante o dia. A pele fica muito hidratada, mas também não vou falar que fica opaca. Quem não quiser usar durante o dia, pode experimentar usar antes de dormir. Acredito que pelo poder de hidratação, deve retardar o aparecimento de rugas.

Dá para misturar com o hidratante sem problemas, ou mesmo usar como removedor de maquiagem. É ótimo também se acrescentar umas gotinhas de óleo essencial como lavanda ou tea tree.

A quantidade de cravos que apareciam frequentemente diminuiu consideravelmente e nenhuma espinha rebelde ousou aparecer também. Não tenha medo de usar se sua pele é oleosa ou mista. Pode ser que dê super certo. Na internet há vários depoimentos de pessoas que se adaptaram muito bem com esse óleo, assim como eu.

Qualquer marca de óleo de jojoba serve, o ideal é que seja puro, prensado a frio e de preferência orgânico, para garantir as propriedades.



As marcas de óleo de jojoba que eu conheço são:

- Terra Flor (R$33/30 ml)
- Sabão e Glicerina (R$23/100 ml)
- Laszlo (R$32/30 ml)
- Now Foods ($10/118 ml)
- Desert Essence ($10/118 ml)
- Alva (R$68/125ml)